17 de out de 2009

Balanço do1º Semestre


julho 2008.
Mais de 6 meses do último reveillon e acho que Papai Noel já botou s renas a caminho. Logo depois do Dia da Criança ja vai ter cheiro de neve falsa no shopping. Neve falsa, dinheiro de plástico, cheques voadores, promoções inverídicas e sabe-se lá mais o que o nosso consumismo é capaz de provocar na imaginação dos empresarios...

Não sou o que se chama de pessoa endinheirada, muito pelo contrário. Não sou uma intelectual, apenas gosto de ler na praia, na condução, no trabalho porque em casa teno mais o que fazer ou me dão muito o que fazer, gosto de alguns filmes absurdos, que intercalo com filmes possíveis porque não tem graça ir ao cinema e não ter com quem comentar...

Eu vi Batman, na primeira semana. O Escafandro e a Borboleta, Crônicas de Nárnia, Homem de Ferro, Crime e Reparação, Piaff,Elizabeth, Beijo Roubado e mais de uma dezenas de filmes que não estou lembrando agora.
Fui ao teatro pra ver Otelo, Divina Elizeth, O Diabo Veste Saara, O Processo, e mais umas peças que já tenho dúvidas se pertencem a este semestre ou algum outro do ano passado... Vi coisas boas e ruins, mas continuo achando que o mais importante da cultura e da arte é ter com quem comentar ou debater, interação, pois a arte não pode existir e haver em si mesma, por mais que nasça na solidão ou o artista precise de sossego pra criar, nenhuma arte é completa se não ganhar mundo, olhos e corações. Depois, se tivermos pendores artisticos, localizar portas e chaves por onde se possa evadir nos baço leves e frageis da inspiração, fugir das garras possantes da obrigação!
Por isso eu escrevo, porque estou viva e para manter nessa vida besta alguma sanidade.

Algumas coisas não quis ver como "A Noviça Rebelde". Ah! Chega de cortinas virando roupa de gala! E não gosto de musicais, embora ame música.
Agora começo a achar que faço a linha garota-agora-mulher-deprimida-e-do-contra. Daquela que sobrevive quando todos pensam que ela vai se jogar da ponte; se esconde quando todos vão procurá-la na festa e quando deveria estar estar no fundo do poço, aos prantos, ela sorri!

Posso dizer que parei de fumar. Não aguento o olhar delator dos em volta quando pego o isqueiro. Ah, Se eu tivesse dinamite em vez de cigarros para acender com ele... Estaria fazendo com os não fumantes o que eles já fizeram comigo inúmeras vezes! E olhe que nunca fumei em lugares fechados.

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